sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Mais que um espaço para desabafo

O diário pessoal é febre na internet. Após a revolução das redes sociais e bate-papos, o blog tornou-se um espaço livre para explanação e compartilhamento de qualquer tipo de opinião. Esse é um novo fenômeno da mídia on-line, que é explorado a cada dia e surpreende por sua eficiência.

Um espaço livre em uma tela em branco, qualquer coisa dita ali, poderá ser acessada, lida e comentada por qualquer pessoa do mundo, é um espaço que possibilita a divulgação de conceitos fora dos grandes meios, por qualquer anônimo, e por isso obteve esse sucesso. Falar sobre política, estética, fatos do mundo, ou ainda comentar sobre produtos filmes, enfim tudo, o blog abriu as portas para a liberdade da comunicação.

Criado pela advogada Andrezza Lopes Guimarães, a página cirurgia plástica na Bolívia, tem cerca de 2.700 acessos de interessados em realizar o procedimento. Segundo ela, “a idéia original era contar como não é tão perigoso quanto se imagina sair para fazer uma cirurgia em um país desconhecido e considerado marginalizado, além de ser mais barato”.

“Fico feliz por ajudar as pessoas a realizar esse sonho e passar essa confiança” define. “O blog tem vários acessos, as pessoas me mandam perguntas do que fazer e como chegar lá, não faço propaganda gratuita, apenas divulgo algo que acredito ser do interesse de muita gente”, diz.

Os blogs tornaram-se fonte de informação, algumas vezes mais confiáveis do que sites, como nos blogs relacionados à beleza, onde as pessoas experimentam um produto e postam suas opiniões a respeito. Como é de uso livre e a abordagem não é comercial, as opiniões são sinceras e este efeito é mais eficiente que uma pesquisa remunerada no caso.

Empresas, além de seus sites comuns, se viram obrigadas a criar esses portais, por terem de dar ao público essa fluência. Como conseqüência, perceberam que é possível criar uma integração entre seu público interno, afinal estes querem se integrar das novidades e participar do desenvolvimento da companhia de alguma forma. “Criamos um portal exclusivo para os clientes, apenas para acesso às novidades da empresa, consulta de sinistros e opções de logística e gerenciamento de risco” conta o analista de sistemas, André Santana.

Políticos, celebridades, anônimos, qualquer pessoa que tiver o que falar sobre os mais variados assuntos, agora tem um espaço livre, sem censura e personalizado. O velho caderninho decorado ficou pra trás.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Chega de chefe, o negócio agora é ganhar dinheiro


Quem não quer ter um bom emprego, ganhar bem, ser reconhecido e, principalmente, não ter chefe? Pelo menos uma vez alguém já sonhou com isso, mas Claudio Rizzi, Luiz Felipe Carvalho e Thiago Souza, realizaram. Eles são três amigos com experiência na área de tecnologia da informação, Telecom, softwares e montagem de redes e abriram sua própria empresa na área de consultoria em TI e telecomunicações.



A busca pela rentabilidade e reconhecimento foi o que os motivou para colocar a idéia em prática. Todos eles têm conhecimento do assunto e decidiram abrir o negócio por saberem que este know-how era lucrativo e poderia ser inovador. Eles sempre trabalharam na área de informática e são reconhecidos por seus serviços.



Souza conta que encontraram uma brecha no mercado e é neste ponto que querem investir. “Somos uma mão de obra especializada e trabalhar para uma empresa não nos permite que tenhamos um ganho de acordo com nossos serviços, no final do mês o pagamento é sempre o mesmo” define. “Os profissionais da área têm de perceber a sua importância e parar de ser pequenos contratados das grandes empresas” afirma Rizzi.



A empresa, IPower Soluções Tecnológicas, está em processo de abertura, mas eles já possuem site e começam a fazer os primeiros trabalhos. “A maior parte dos nossos serviços é on-line, como ainda estamos no começo, ainda faltam materiais e equipamentos” explica Souza, mas pretendem atender outras áreas “IPBX, PABX, Voip, vendas de equipamentos, instalações de rede, desenvolvimento de softwares e banco de dados, queremos fazer de tudo um pouco”, conta.



No mercado faltam pessoas com especialização nestas áreas e os poucos abrem o próprio empreendimento ou são funcionários de gigantes do mercado. A recrutadora da PT Inovação, Andrea Acioli Oliveira conta o que ocorre no mercado. “Fomos considerados uma das 60 melhores empresas para se trabalhar na área de TI no Brasil, temos um pacote de benefícios diferenciado, damos bolsas de cursos de certificação em tecnologia, mas a cada dia está mais difícil conseguir alguém na área, os bons profissionais abrem seus negócios.”



Os três amigos encaram agora o problema de se abrir uma empresa no Brasil, a burocracia, mas estão confiantes no sucesso. “Fazemos tudo com o máximo de planejamento possível, abrimos a empresa, mas como o lucro não é imediato nem todos largaram o emprego eu e o Rizzi trabalhamos em outro lugar” assegura Souza, “enquanto isso Carvalho procura por clientes e arruma a documentação, à noite todos nos reunimos para discutir o que está pendente.”



Todos são profissionais com larga experiência, Souza, por exemplo, nunca fez um currículo nem participou de uma dinâmica para emprego, pois o que conta é seu conhecimento. Eles já ganharam uma vez na iniciativa por abrir o negócio, a área é rentável o que falta agora é se empenharem, pois o retorno é garantido.

Um passeio que surpreende

Débora Cordeiro

Se você quer visitar um lugar diferente e divertido pode apostar no aquário de São Paulo. Localizado no bairro do Ipiranga, o local possui 6 mil m², foi reformado há 2 anos, tem um complexo só de mamíferos aquáticos e é o primeiro aquário temático da América do Sul. Gostou? Então mergulhe nesta história.

O passeio mostrará desde os animais de água doce que vivem no Pantanal e na Floresta Amazônica, até pingüins, lontras, peixes-palhaço, leões marinho e até mesmo tubarões de mar aberto. São mais de 1 milhão de litros de água salgada.

Com tantos bichos é necessário uma boa estrutura. Segundo Anael Fahel o diretor do complexo, muita comida é utilizada. “São aproximadamente 3 mil animais em exposição. Somente para o tanque Oceanário, onde vivem 6 tubarões, são gastos 5 toneladas de sal sintético por mês.”

Fahel conta, “são consumidos 100kg de verdura por semana e mais de 100kg de ração por mês. Para o Morcegário, são 5kg de mel por mês e o lobo-marinho, recém chegado ao complexo, se alimenta de 10kg de peixe por dia.”

Após passar pelo setor de água doce, o visitante começará a ver os tanques de água salgada e neste roteiro verá as réplicas de um mangue, de uma praia e de um costão rochoso, entrará em um submarino semelhante aos da 2ª Guerra Mundial, passará pelo corredor tropical, conhecerá o Vale dos Dinossauros, entrará no Pólo Sul e ainda poderá ir no Viveiro de Aves Gigantes e ir ao cinema 3D.

Durante a visita há sempre monitores para dar informações sobre os bichos, como eles vivem, o que comem, como são tratados e principalmente, informações ecológicas. O oceanário trabalha com a conscientização ambiental e os visitantes são alertados sobre a extinção, a poluição dos rios e oceanos e também o respeito que se deve ter com os animais.

A equipe para cuidar do animais também é grande “O corpo técnico é composto por 36 biólogos, dois oceanógrafos, dois veterinários e 17 pessoas exclusivas para a educação ambiental” comenta Fahel.

Com tantos atrativos é difícil não querer dar um pulo lá. A visita dura em torno de 2 horas. O aquário fica na Rua Huet Bacelar, 407, a 5 quadras da estação Ipiranga do metrô, o telefone é 2273-550.

Aprender uma arte

Debora Cordeiro

Tirar fotos é uma paixão de muitos, não só pelo prazer de poder eternizar um momento, mas também para retratar aquele detalhe que só os olhos vêm. Através de um clique uma sensação é guardada. Mas para isso, alguns gostariam de ter mais recursos e conhecimento a respeito de como tirar a melhor fotografia.

Cursos na área são na maioria das vezes voltados para profissionais do ramo e ainda são pouco acessíveis financeiramente para leigos. Portanto, faz-se necessário a criação de cursos livres e oficinas de fotografia, para os interessados aprenderem técnicas e também poderem expor os seus trabalhos.

A técnica da fotografia está ligada à muitos fatores, tais como, iluminação, contraste, posição, cenário, velocidade, zoom, entre outros. Contudo, esse leque dá uma abertura para outros conceitos como impressão, papéis e atualmente com a fotografia digital esses recursos se expandem. Além de tudo isso, ainda há a história desta arte e como se faz para produzir uma imagem com qualidade artística.

É importante avaliar que nem sempre a máquina mais cara é a melhor, ou retrata a mais bela foto, cursos na área são interessantes para desenvolver técnicas e podem ser um passatempo relaxante e acabar tornando-se uma profissão, tudo depende do investimento que se faz em si mesmo, seja financeiro ou no tempo que é disponibilizado para uma atividade.

Mais do que dar um clique, o gostinho de criar uma arte é mais prazeroso se feito com as técnicas e com embasamento, sabendo-se onde pode chegar o como é possível retratar algo que só você viu e que quer compartilhar, da melhor forma. Nada custa procurar e fazer algo que dê prazer e agregue conhecimento, o importante é a iniciativa.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Mais uma vez, músicas, sensações e outras cocitas

Não sei se é só comigo, mas acho que a música tem um poder, é sério, não estou falando de ouvir Hill the word, do rei M. J., e sair pra salvar o mundo. Até que seria bom, mas este não é o caso. Se eu vou a algum lugar, ouvindo o mp3 e antes de desligar, a última música que estiver ouvindo não for up, eu fico down, ou pensativa, ou intelectual, ou infantil, retardada, enfim depende da música, isso é normal?
Uma frase de uma música tem um poder gigantesco, eu sou fissurada por música, mas por coreografia então, nossa, aí eu explodo. A-D-O-R-O! A diva B., por exemplo, ela revoluciona a cada clipe, pegue a letra, não precisa de muito Q.I para interpretar e olhe as coreografias da mulher (ou melhor do coreógrafo dela) imagina quão maravilhosa deve ser aquela cabeça que pensa em cada passo, em cada olhar e em todas as milhares de reboladas!?! Outro dia me disseram que ela vai rebolar tanto que uma hora travará em um lugar só!Rs! É, pode rir é um comentário maldoso. Mas particularmente, acredito que ela não será mais uma Britney ou Amy, Gaga então, Jesus não me chicoteie!
Não sei você que está lendo-me está acompanhando meu raciocínio, essa minha velocidade é resultado de muita internet, tv, celular, mp3, revista, casa, gato, periquito, cachorro, tudo junto, misturado, cozido, assado, frito e mal passado!
Voltando ao início, por exemplo, se eu estiver no ônibus, indo para uma entrevista e ouvir I gotta a Feeling, do Black Eyed Peas (essa também é apelação), já vou sentar e dar minha carteira profissional pra eles assinarem, porque naquela ali eu já passei, agora se eu sair do ônibus ouvindo, o Teatro Mágico (qualquer uma), vou virar a intelectual que vai analisar todo mundo -Jorge se você ler esse texto, isso é culpa sua!- e provavelmente ficarei desligada e não me concentrarei no principal, a entrevista. E vai daí pra pior, dependendo da música.
Eu estou procurando uma música que me ajude a formular algo pra dizer "o que eu tenho a melhorar'', nossa, eu tenho 15mil coisas a melhorar, só que o problema é sair algo que não seja tão problemático, não seja uma qualidade enfeitada, mas que também não me prejudique, não diga ansiedade, porque todos os humanos são ansiosos.
Eu quero complementar esse post., quero falar ainda mais sobre as coreografias, mas agora preciso dormir, mesmo desempregada, amanhã eu tenho um dia cheio!
I have to go now, tchau...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Quem não tem o que dizer critica os outros...

Estava eu apreciando o som do Teatro Mágico, fuçando na internet, lendo textos dos blogs alheios e resolvi entrar no site do PT para ver o que tem já que este é ano de eleição, vi que das 5 chamadas de capa, a primeira e com maior destaque fala algo sobre os rivais, as outras 4 mostram notícias internas do Partido, com o chapéu "Institucional" em cima.

Fui fuçar no oponente azulzinho e não é que o site é super arrojado, com notícias que ficam mudando, um esqueminha com o flash, coisa chique de classe média alta, enfim, encontrei 4 notícias (críticas ou colunas, qualquer coisa do gênero opinativo, talvez até sátira!) dos adversários. Aí eu quase pensei que estava no site errado (às vezes me confundo nas abas), mas não, era azul e não vermelho. Ué...

Então parei para ler as chamadas, porque eu só via PT, PT, PT... no site dos outros!?! O assunto não importa muito, pois amanhã irá mudar...

Eu não sou muito de " a primeira impressão é a que fica", mas muito brasileiro é. Imagine se eu fosse alguém que gostaria de entender as idéias dos dois partidos para começar a pensar em quem votar no final do ano? Desistiria agora, afinal o passarinho só sabe falar mal dos outros. Lembra uma vizinha minha que fica na janela o dia todo cuidando da nossa vida, antes eu encanava, hoje já entendi que ela é só uma velha sem vida e que a vida dela é isso, saber da vida dos outros e comentar, dar palpite, dizer que poderia fazer bem melhor, mas que nunca fez nada, hoje é só uma velha arrependida pelo que fez e o que não fez.

"A futilidade encarrega-se de maestra-los.
São inóspitos, nocivos, poluentes.
Abusam da própria miséria intelectual,
das mazelas vizinhas, do câncer e da raiva alheia.
O veneno se refugia no espelho do armário."
A metamorfose - Fernando Anitelli
O Teatro Mágico

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A ocasião faz o artesão

Diferentemente do ditado 'a ocasião faz o ladrão' é possível ver o contrário desta ação. Ao invés de se tornar ladrão para garantir sua existência, muitos dos artesões encontrados por toda a história mundial utilizaram-se da arte para sobreviver.

No Brasil, o artesanato se tornou um produto ou de elite ou souvenir de viagens, meras lembrancinhas. Mas é possível apreciar belas obras e perceber que a criatividade não tem limites.

Em Florianópolis - SC é possível encontrar esculturas de conchas, vestidos de renda tecidos à mão como se fazia na época da colonização portuguesa no Brasil.

Em Buenos Aires - Argentina, há quadros belíssimos com paisagens e movimentos do tango que só um bom pintor que convive com essa arte poderia captar e reproduzir, ao seu ver claro. No Uruguay na cidade de Punta del Este - bijouterias feitas com pedras e conchas, são mais belas que muitas peças de joalherias com as "agás externes" da vida, se é que me entendem.

A produção de artesanato é bastante presente nas cidades turísticas, muitas que antes eram castigadas pela falta de incentivo e desenvolvimento, após serem descobertas como um novo paraíso, se tornam o novo point dos turistas de plantão e empresários que resolvem construir seus mega-resorts. Neste momento os aprendizados passados de pai para filho, ou de vô, tio, voltam a ser uma forma de vida, muitos dos artesões se tornaram um 'profissional da arte', pois é através disso que conseguem garantir sua subsistência, diferentemente do ladrão, que apesar de ser uma pessoa marginalizada pelos preconceitos da sociedade, escolhe o caminho mais fácil para sua "subsestência" (e olhe lá, pois muitos deles roubam muito mais do que precisariam).

O importante é valorizar o esforço e a criatividade daqueles que sobrevivem com muito menos do que os turistas sócios da cvc. Arte é para ser apreciada, seja onde ela estiver.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Compartilhar-se

Existem pessoas que damos tudo de nós para fazer bem, e essas tiram tudo o que temos e somos, e levam embora.

Nos sentimos um nada, não somos mais nada. Perdemos identidade, felicidade, razão de viver, confiança, às vezes até sonhos e perspectivas, essas pessoas tiram nossa essência. E sem perceber o que estamos perdendo, damos tudo, em um gesto impensado (às vezes até infantil) de fazer tudo por alguém.

E mesmo assim, não queremos julgar, afinal nem sempre as pessoas nos fazem um mal por vontade própria, elas simplesmente não conseguem dar também tudo o que oferecemos, mas sabem aproveitar e se acomodam a isso.

Ficamos com raiva, primeiramente pela pessoa e um tempo depois, descobrimos que a raiva é de nós mesmos que não conseguimos mais ser e fazer o que conseguíamos antes.

Isso é bom e ruim. Bom pelo fato de que nos ajuda a mudar, crescer, conhecer as pessoas antes de se dedicar, se amar mais, ser feliz antes de tentar fazer alguém feliz, se cuidar, pensar em si (parece egoísta, mas não é), estamos em constante evolução da espécie e do pensamento e mudar faz bem. Ruim? Eu não vejo evolução como algo ruim, é que ficamos abalados, nos queixamos, queremos ser aquilo que fomos. Mas pense, só éramos aquilo pela aquela exclusiva e determinada circunstância (trocando em miúdos: porque aquela pessoa estava ao nosso lado e muitas vezes éramos alguém por ela), hoje podemos ser o que quiser.

Podemos encontrar e conhecer pessoas que já passaram por situações parecidas, podemos dar valor as pessoas que realmente merecem, mas precisamos sempre lembrar que não existe a metade perfeita da laranja, não existe cara-metade, não existe alguém que se encaixe em nossos requisitos, meninas: NÃO EXISTE PRÍNCIPE ENCANTADO! Existe amor (ou paixão, gostar, enrolar, algum sentimento, e é esse que se deve dar valor).

Antes de tentar fazer alguém feliz, deve-se tentar conhecê-la, saber os seus detalhes, não tente dar a alguém um buquê de rosas, se ela acredita que cada mero botão rosa é uma vida que foi assassinada. Fazer alguém feliz é compartilhar e respeitar, dar carinho e se receber de volta, é porque está indo pelo caminho certo.

Ah, esse texto, como alguns outros do blog, são inspirações alheias, ou seja, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. São pensamentos, coisas que eu junto, vejo e depois coloco aqui, só pra compartilhar com vocês!
Lembrando ainda de uma frase que aprecio muito: "os opostos se distraem e os dispostos se atraem".

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O amor não tira férias

“Descobri que quase tudo o que já foi dito sobre o amor é verdade. Shakespeare disse: “As viagens acabam em encontros de amantes”. Que pensamento extraordinário. Pessoalmente não experimentei nada parecido, mas creio que Shakespeare experimentou.

Acho que penso em amor mais do que deveria. Sempre me surpreende o seu poder de alterar e definir nossas vidas. Foi Shakespeare também que disse: “O amor é cego”.

Agora eu sei que isso é verdade. Para algumas pessoas o amor desaparece inexplicavelmente, para outras o amor está simplesmente perdido, mas é claro que o amor também pode ser encontrado, mesmo que só por uma noite.

Há também outro tipo de amor, o tipo mais cruel. Aquele que quase mata suas vítimas, chama-se amor não-correspondido. E, nesse, sou especialista.

Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro. Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos. Somos vítimas do amor que não é recíproco, amaldiçoados pelos amados, mal-amados. Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento. Eu sou uma dessas pessoas.

Amei profundamente esse homem por três desesperados anos. Os piores anos da minha vida, piores Natais e aniversários. Passagens de ano à base de lágrimas e valium. Os anos em que estive apaixonada foram os mais sombrios, porque sou amaldiçoada por amar um homem que não me ama.

Deus, só de olhar para ele o coração dispara, a garganta aperta, não consigo engolir. Todos os sintomas são comuns…”

(Texto do filme O amor não tira férias)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Susi: a original do Brasil




A boneca é a concorrente n°1 da fashion doll da Matte



A Barbie é o brinquedo mais conhecido e desejado em todo o mundo, é acima de tudo, o protótipo de beleza ideal. Querendo repetir esse sucesso, algumas empresas do setor produzem “clones” da bela, dando uns toques especiais para diferenciar e atrair a atenção das meninas.

A fabricante de brinquedos Estrela fez uma versão no Brasil em 1966, a Susi. Com feições mais parecidas com o de uma boneca (diferente da Barbie, que é a cópia de um ser humano minimizado), ela vestia-se com roupas da última moda da época e até hoje sempre é repaginada para se adequar aos conceitos de beleza. Até hoje cerca de 30 milhões de unidades já foram vendidas.

Susi fez muito por aqui antes da chegada da Barbie em 1982. Usava modelitos típicos dos anos 70: moda cigana, calça boca-de-sino, batas, grandes colares, cabelos de acordo com os usados na época e maquiagem também. Neste ano, no aniversário de 70 anos da Estrela, a fashion doll foi remodelada e ganhou traços mais delicados, silhueta mais afinada e uma aparência mais saudável.

Há vários modelos, como a Susi profissional, que tem cabeleireira, professora, fotógrafa, veterinária, aeromoça e também tem os modelos com acessórios que a caracterizam: motoqueira (Susi Moto Fashion), atendente de lan house, a que vem com um aparelho celular verdadeiro (Susi liga pra mim), já foram lançados mais de 400 modelos diferentes. Tem também o boneco namorado, chamado Beto.

A vendedora da BMart brinquedos, Juliana Lima comenta “ a Barbie pode até ser a queridinha de todo mundo, mas quando a Susi vem com um acessório que chama atenção, como a que vem com mp4, ela é campeã em vendas”.

terça-feira, 31 de março de 2009

Carisma

Nossa, eu estava precisando, sabe aquela fase em que o mundo está se destruindo, mas você está se sentindo tão bem por dentro? Ela está impregnada aqui nesses últimos tempos.

Tem amigos demais dividindo felicidade comigo. São carinhos, abraços, sorrisos, olhares, conversas, mensagens, e-mails, são apenas coisas boas que todos estão me transmitindo. E eu fico até com medo disso acabar em algum momento, porque eu não quero, está sendo maravilhoso.

Todos estão se importando, parece até que todos estão acompanhando eu subir cada degrau da minha escada e tem sempre alguém pra me dar empurrãozinho. Eu sempre achei que eu não era de muitos amigos, um pouco antipática até (acho melhor a antipatia do que a falsidade), mas acredito que este ano eu estou mais carismática.

Este é o ano do “por que não?” Por que não fazer? Por que não ir? Por que não conhecer? O que é um jornalista sem experiência? Ah está tudo sendo tão bom!

Eu quero mais é ir viajar com vocês, ir a shows, no cinema, passear no parque, no estádio, vamos fazer bagunça enquanto ainda podemos. Vamos ser jovens nos momentos que nos permite ser jovem, somos adultos na maior parte do dia, precisamos nos dar um descanso da nossa maturidade, tudo isso, claro, com muita responsabilidade.

Este está sendo o 2° melhor ano da minha vida, graças a Deus ainda estamos no começo deste 2000inove...

Essa frase me encontrou e está fazendo muito sentido agora “A melhor forma de multiplicar a felicidade é dividindo-a com alguém!” Estou dividindo com vários alguéns. Obrigada Deus.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Tente...


Mera coincidência ou intencional? Tenho raiva disso, odeio especular as coisas, sempre acabo imaginando demais. E falando em imaginar, está aí um outro problema!

Toda vez que me pego pensando em como algo poderia ser, este algo não acontece. Será que eu posso conseguir o que quero uma vez? Estou cansada dessas coisas acontecerem no susto. Ó Deus, deixa eu tentar só uma vez o que eu quero. Se não der certo, pode então continuar me dando surpresas.


Se bem que, esta também foi uma surpresa, que eu gostei mais do que me permito gostar normalmente. Contudo, eu sou a pessoa mais otimista que conheço, confio no poder da mente. Dessa vez eu quero tentar diferente, quero me dar uma chance.


Como já disse, deixa eu tentar! Deixa eu conhecer, deixa eu divertir, deixe nós experimentarmos, as pessoas devem se dar uma chance, para que as coisas aconteçam em suas vidas. Nada cai do céu além de chuva, então queira e tenha.